Semiologia Médica - Porto - 7 ed. (2014) - Pt

Semiologia Médica - Porto - 7 ed. (2014) - Pt

(Parte 5 de 11)

Nenhum médico faz todos os exames complementares possíveis em todos os pacientes que atende. Cientificamente isso é desnecessário e, do ponto de vista econômico, inviável, em qualquer país do mundo.

Aliás, esta é uma importante questão da medicina atual: a elevação dos custos com o aumento de nossa eficiência para diagnosticar e tratar os pacientes. Encontrar as maneiras de resolver este desafio também deve fazer parte da formação de todo médico. Por isso, da mesma maneira que a relação médico/paciente precisa ser valorizada ao máximo, a relação custo/benefício não pode ser esquecida.

A 3a edição da Semiologia Médica continuou fiel às diretrizes seguidas na concepção inicial deste livro. Com a ajuda permanente dos autores e colaboradores, tem sido

possível mantê-lo completamente atualizado, em uma busca constante para encontrar o núcleo de conhecimentos que deve existir na formação de todos os médicos.

Quero ressaltar, por fim, a dedicação e a competência de toda a equipe da Editora

Guanabara Koogan, que não poupa esforços para melhorar cada vez mais a qualidade desta obra.

Celmo Celeno Porto Goiânia, 1997

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Prefácio à Segunda Edição

O grande desafio da medicina do nosso tempo é a conciliação entre o método clínico e a tecnologia médica. Compreender que um não substitui o outro e que não há conflito entre ambos é o primeiro passo para restabelecer o elo de união entre a arte (médica) e a ciência (médica).

Não se pode esquecer que a medicina é um conjunto de tradições, conhecimentos e técnicas que vêm se acumulando há mais de 2.0 anos e que abrange o ser humano como um todo, incluindo suas relações com o meio ambiente e o contexto cultural. Nossa mente consegue, apoiando-se em elementos lógicos e intuitivos, armazenar todo este saber para aplicá-lo na cura dos doentes. Nenhuma máquina será capaz de fazer isso. Sem dúvida, a possibilidade de reconhecer os mais diferentes aspectos do corpo humano ou suas modificações anatômicas e funcionais, com detalhes e precisão nunca antes imaginados, fascinou os médicos a tal ponto que muitos pensaram -e ainda pensam -que o método clínico teria que dar lugar à tecnologia médica. Estabeleceu-se um confronto que nos obrigou a reavaliar o método clínico, ficando evidente que muitos conhecimentos e procedimentos precisavam ser revistos ou abandonados. Isso, na verdade, significa viver um momento de transição que, como sempre, faz nascer duas posições extremas: em uma, concentram-

-se os que se apegam cegamente, por comodidade ou convicção, à maneira tradicional de exercer a profissão médica; na outra, aglomeram-se os que ficam deslumbrados pelas novidades. É necessário ter a mente aberta e espírito crítico para encontrar uma posição de equilibrio, que consiste em adotar o novo sem

medo de conservar o antigo. A partir daí será possível tirar do método clínico o máximo que ele pode dar, acrescentando-lhe a tecnologia com o melhor que ela tiver. Assim fazendo, vamos nos tornar mais eficientes sem perder nossa sensibilidade.

Além disso, é fundamental nunca perder de vista que há um lado da medicina que não se enquadra nos limites-e nas limita- ções -dos aparelhos e das máquinas, por mais maravilhosos que sejam, pois aí se encontra muita coisa indispensável ao nosso trabalho: a relação médico/paciente; as incontáveis maneiras de sen- tir, sofrer, interpretar o que se sente e de relatar o que se passa no íntimo de cada um; as nuances impressas pelo contexto cultural; a participação dos fenômenos inconscientes e as interferências do meio ambiente. Cuidar de pacientes com eficiência depende de todos esses fatores, porque a ação do médico não se esgota nos conhecimentos técnicos.

Escrevemos no prefácio da 1 a edição que todo médico precisa ter uma visão de conjunto da medicina, pois foi com este objetivo que planejamos o livro. Agora, vemos que é necessário acrescentar que esta visão de conjunto inclui a revalorização do exame clí- nico ao mesmo tempo em que se vão dominando as mais sofisticadas técnicas diagnósticas e terapêuticas.

Quem tem experiência sabe que a análise clínica dos sintomas continua sendo tão importante quanto os dados laboratoriais e as imagens obtidas pelos endoscópios, tomógrafos, ultrassons, res- sonâncias e outros meios. Ambas se imbricam de tal modo que o médico de nosso tempo, para fazer seu trabalho, vai precisar adquirir uma nova visão da medicina. Além do mais, o médico necessita recuperar seu poder de decisão diagnóstica. Os laudos de exames complementares, embora indispensáveis, são apenas resultados de exame, e nunca representam uma visão global do paciente.

Só quem faz o exame clínico terá todos os elementos para conclusões diagnósticas que permitam tratamentos corretos.

A última palavra deve ser sempre do médico que assiste o paciente.

Trabalhamos nesta 2a edição com este objetivo. Para atingi-lo, revimos todos os capítulos. Alguns foram quase totalmente reescritos. Houve uma busca constante para identificar a essência do método clínico, ao mesmo tempo em que se introduziam os conhecimentos básicos das mais avançadas técnicas. Boa parte das ilustrações foram substituidas ou modificadas; muitas delas passaram a ser em cores.

O texto foi revisto para tomá-lo mais claro e de leitura agradável.

Todo esse esforço é nossa maneira de corresponder à grande aceitação que este livro teve nas escolas médicas do país, justifi- cando as várias reimpressões feitas em curto período.

Mais uma vez quero ressaltar a alta qualidade dos autores e colaboradores que transformaram uma tarefa árdua num agradável trabalho. A todos expresso minha admiração e meu reco- nhecimento. À Editora Guanabara sou grato por não medir esforços para fazer uma 2a edição ainda melhor que a primeira.

Celmo Celeno Porto Goiânia, 1994

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Prefácio à Primeira Edição

Todo médico precisa ter uma visão de conjunto da medicina. Isto só é alcançado quando ele, em sua formação, consegue adquirir conhecimentos amplos sobre os métodos diagnósticos e sobre as enfermidades humanas.

Entretanto, conciliar a amplitude dos atuais conhecimentos com a limitação do tempo destinado à graduação é perma- nente desafio. Por tradição, a semiologia é a disciplina onde, natural e necessariamente, estes conhecimentos se aglutinam, prestando-se, portanto, a fornecer uma imagem global da medicina. Fruto e bom exemplo disto foi a Semiologia Médica de Vieira Romeiro, ponto de apoio de várias gerações.

A vertiginosa evolução da medicina nos últimos anos modificou profundamente não só os aspectos semiotécnicos, mas a própria estrutura do raciocínio diagnóstico, fazendo-se necessário um livro-texto que acompanhasse tais mudanças.

Foi esta a motivação da presente obra, planejada e organizada com a finalidade de proporcionar ao futuro médico uma visão abrangente da medicina moderna.

Os assuntos foram distribuídos em 14 partes. A primeira aborda aspectos gerais da semiologia, e as demais têm como referência os sistemas e órgãos, não correspondendo, necessa- riamente, às especialidades médicas.

Cada núcleo inicia-se pela revisão dos fundamentos da anatomia e da fisiologia que mais se aplicam à elaboração do diagnóstico, seja clínico ou auxiliado por exames complementares. A seguir,

o exame clínico é abordado de maneira aprofundada, mas sem que se chegue ao nível especializado; a análise dos sinais e dos sintomas antecede a explanação do exame físico de cada órgão ou sistema, reproduzindo a sequênda natural do raciocínio diagnós- tico. Descrevem-se, após, todos ou quase todos os exames complementares disponíveis, dando-se ênfase aos princípios nos quais se baseiam, às suas indicações e principais contribuições para o diagnóstico. Por último, são analisadas, objetivamente, as síndro- mes e doenças de cada órgão, de forma a integrar a propedêutica e a clínica com os fundamentos da patologia.

Acreditamos que a obra será útil aos estudantes em várias eta- pas de seu curso; aos residentes, que fazem sua formação especializada, mas não podem esquecer a medicina em seu todo; e aos médicos, de maneira geral, que precisam ampliar e moder- nizar continuamente sua capacidade diagnóstica.

Não foi fácil levar a termo este trabalho, em virtude da heterogeneidade e amplitude das matérias. Todavia, foi tarefa agra- dável, em função da qualificação e da competência dos autores e dos colaboradores, que aceitaram com tolerância as imper- tinências do coordenador. A concretização da obra somente foi possível pela participação destes professores, aos quais sou grato. Cumpre destacar, porém, o trabalho do Professor Joffre Marcondes de Rezende, que, além de coordenar a parte sobre

Sistema Digestivo, muito contribui na revisão final, em particular na uniformização e correção da terminologia científica.

Quero ressaltar, ainda, a participação de Aluisio Affonso,

Editor da Editora Guanabara, que acompanhou passo a passo tudo o que se fez, desde o projeto inicial, vencendo dificulda- des com firmeza e diplomacia.

Celmo Celeno Porto Goiânia, 1990

Material Suplementar

Este livro conta com o seguinte material suplementar:

• Ilustrações da obra em formato de apresentação (restrito a docentes cadastrados)

• Vídeo de habilidades clínicas (acesso livre a docentes e leitores cadastrados)

• Banco de imagens de clínica médica -livro eletrônico (acesso livre a docentes e leitores cadastrados)

O acesso ao material suplementar é gratuito mediante cadastro em:

http:/ /gen-io.grupogen.com.br e emprego do código existente na etiqueta colada na primeira capa interna deste livro.

* O

GEN-10 (GEN I Informação Online) é o repositório de materiais suplementares e de serviços relacionados com livros publicados pelo GEN I Grupo Editorial Nacional, maior conglomerado brasileiro de editoras do ramo científico-técnico-profissional, composto por Guanabara Koogan, Santos,

Roca, AC Farmacêutica, Forense, Método, LTC, E.P.U. e Forense Universitária.

Os materiais suplementares ficam disponíveis para acesso durante a vigência das edições atuais dos livros a que eles correspondem.

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Sutnário

Parte 1 Semiologia Geral, 1

Parte 2 Semiologia da Infância, da Adolescência e do Idoso, 129

Parte 3 Anomalias Genéticas, 187 Parte 4 Sistema Tegumentar, 199

Parte 5 Olhos, 231

Parte 6 Ouvidos, Nariz, Seios Para nasais, Faringe e Laringe, 271

Seção 1 Ouvidos, 272 Seção 2 Nariz e Seios Paranasais, 286 Seção 3 Faringe, 298

Seção 4 laringe, 307

Parte 7 Sistema Respiratório, 317

Seção 1 Tórax, Traqueia, Brônquios, Pulmões e Pleura, 318 Seção 2 Diafragma, 413 Seção 3 Mediastino, 422

Parte 8 Sistema Cardiovascular, 429

Seção 1 Coração, 430 Seção 2 Artérias, 547

Seção 3 Veias, 574 Seção 4 linfáticos, 588 Seção 5 Microcirculação, 595

Parte 9 Sistema Digestivo, 603

Seção 1 Cavidade Bucal e Anexos, 604 Seção 2 Esôfago, 626

Seção 3 Estômago e Duodeno, 648 Seção 4 Intestino Delgado, 659 Seção 5 Cólon, Reto e Anus, 688

Seção 6 Pâncreas, 715 Seção 7 Fígado e Vias Biliares, 732

Seção 8 Parede e Cavidade Abdominais, 757

Parte 10 Sistema Endócrino e Metabolismo, 775

Seção 1 Hipotálamo e Hipófise, 776 Seção 2 Tireoide, 794

Seção 3 Paratireoides, 809 Seção 4 Suprarrenais,819

Seção 5 Gônadas I Testículos e Ovários, 833 Seção 6 Metabolismo, 846

Parte 1 Sistema Urinário e Orgãos Genitais, 867

Seção 1 Sistema Urinário, 868

Seção 2 Órgãos Genitais Masculinos, 913 Seção 3 Órgãos Genitais Femininos, 949

Seção 4 Mamas, 976

Parte 12 Sistema Hematopoético, 987

Parte 13 Sistema Imunológico, 1047

Parte 14 Sistema Locomotor, 1081

Seção 1 Ossos, 1082

Seção 2 Articulações, 1107

Seção 3 Coluna Vertebral, 1131

Seção 4 Bursas e Tendões, 1150 Seção5 Músculos, 1154

Parte 15 Sistema Nervoso, 1173

Parte 16 Exame Psiquiátrico, 1361 rndice Alfabético, 1395

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Sutnário Expandido

Parte 1 Semiologia Geral, 1 1 Princípios e Bases para a Prática Médica, 2

2 Diagnóstico e Prognóstico, 12

3 Semiologia Baseada em Evidências e Aspectos Quantitativos dos Exames Complementares, 17 4 Relação Médico-Paciente, 21

5 Método Clínico, 38 6 Anamnese, 46

1 Dor, 67 8 Técnicas Básicas do Exame Físico, 81

9 Exame Físico Geral, 92

Parte 2 Semiologia da Infância, da Adolescência e do Idoso, 129

10 Semiologia da Infância, 130

1 Semiologia da Adolescência, 146 12 Semiologia do Idoso, 151

Parte 3 Anomalias Genéticas, 187 13 Investigação Diagnóstica das Anomalias Genéticas, 188

Parte 4 Sistema Tegumentar, 199

14 Noções de Anatomia e Fisiologia, 200

15 Exame Clínico, 205 16 Exames Complementares, 225

17 Doenças da Pele, 227

Parte 5 Olhos, 231 18 Noções de Anatomia e Fisiologia, 232

19 Exame Clínico, 236 20 Exames Complementares, 245

21 Doenças dos Olhos, 251

Parte 6 Ouvidos, Nariz, Seios Para nasais, Faringe e Laringe, 271 Seção 1 Ouvidos, 272

2 Noções de Anatomia e Fisiologia, 272

23 Exame Clínico, 277

24 Exames Complementares, 279 25 Doenças do Ouvido, 281

Seção 2 Nariz e Seios Paranasais, 286 26 Noções de Anatomia e Fisiologia, 286

27 Exame Clínico, 288 28 Exames Complementares, 291 29 Doenças do Nariz e dos Seios Para nasais, 293

Seção 3 Faringe, 298 30 Noções de Anatomia e Fisiologia, 298

31 Exame Clínico, 300

32 Exames Complementares, 302 3 Doenças da Faringe, 304

Seção 4 Laringe, 307

34 Noções de Anatomia e Fisiologia, 307 35 Exame Clínico, 309

36 Exames Complementares, 311 37 Doenças da Laringe, 313

Parte 7 Sistema Respiratório, 317

Seção 1 Tórax, Traqueia, Brônquios, Pulmões e Pleura, 318 38 Noções de Anatomia e Fisiologia, 318

39 Exame Clínico, 326

40 Exames Complementares, 346 41 Doenças dos Brônquios, dos Pulmões e das Pleuras, 367

Seção 2 Diafragma, 413 42 Noções de Anatomia e Fisiologia, 413

(Parte 5 de 11)

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