equipamentos gerenciamento1

equipamentos gerenciamento1

(Parte 1 de 7)

Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde Projeto REFORSUS

Capacitação a distância

Série F. Comunicação e Educação em Saúde

Coordenação: Prof. Dr. Saide Jorge Calil

Mestre em Engenharia Elétrica Eduardo Teixeira Gomide

2002. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.

Série F. Comunicação e Educação em Saúde Tiragem: 4.100 exemplares

Presidente da República Fernando Henrique Cardoso

Ministro de Estado da Saúde Barjas Negri

Secretário de Gestão de Investimentos em Saúde Gabriel Ferrato dos Santos

Projeto editorial MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde

Projeto REFORSUS SEPN 510, bloco A, 3° andar CEP: 670750-515, Brasília – DF Tel. (61) 349-8751

Fax: (61) 447-1402 E-mail: reforsus@saude.gov.br Home page: reforsus.saude.gov.br

Elaboração, distribuição e informações

Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Centro de Engenharia Biomédica Caixa Postal nº 6040 CEP: 13084-971, Campinas – SP

Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP Departamento de Informática em Saúde Rua Botucatu, nº 862, edifício José Leal Prado

CEP: 04023-062, São Paulo – SP

Lexistemas Informática e Comércio Ltda Rua São Carlos, nº 130, Vila Industrial CEP: 13035-420, Campinas – SP

Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Catalogação na fonte – Editora MS FICHA CATALOGRÁFICA

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde. Projeto REFORSUS

Equipamentos Médico-Hospitalares e o Gerenciamento da Manutenção: capacitação a distância / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde, Projeto REFORSUS.– Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2002.

1. Equipamentos e provisões hospitalares. 2. Manutenção de equipamentos. 3. Segurança de equipamentos. I. Brasil. Ministério da Saúde. I. Brasil. Secretaria de Gestão de

Investimentos em Saúde. Projeto REFORSUS. I. Título. IV. Série.

NLM WX 147

APRESENTAÇÃO9

CAPÍTULO1 GERENCIAMENTODE

MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES1
INTRODUÇÃO14
IMPLANTAÇÃO15
ELABORAÇÃO DA PROPOSTA INICIAL DE TRABALHO29
GERENCIAMENTO DE MANUTENÇÃO50
MANUTENÇÃO CORRETIVA71
MANUTENÇÃO PREVENTIVA91
CONSIDERAÇÕES FINAIS102
GLOSSÁRIO102
BIBLIOGRAFIA104
ANEXOS106
GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS EXTERNOS133
INTRODUÇÃO135
TIPOS DE CONTRATOS DE SERVIÇOS135
CONTRATO DE SERVIÇO POR PERÍODO DETERMINADO137
CONTRATO DE SERVIÇO SOB DEMANDA141
AVALIAÇÃO DOS CUSTOS DE MANUTENÇÃO143
MONITORAÇÃO DE SERVIÇOS EXTERNOS150
BIBLIOGRAFIA151
AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS153
INTRODUÇÃO155
DEFINIÇÃO DAS NECESSIDADES CLÍNICAS157
AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS157
LEVANTAMENTOS DOS EQUIPAMENTOS DISPONÍVEIS NO MERCADO159
ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS160
SELEÇÃO DO FORNECEDOR173
RECEBIMENTO DO EQUIPAMENTO175
INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO179
BIBLIOGRAFIA180
FUNDAMENTOS DE SEGURANÇA PARA UNIDADES DE SAÚDE181
INTRODUÇÃO183
OBJETIVO184
CONCEITOS DE SEGURANÇA ELÉTRICA184
PROPOSTA DE METODOLOGIA196
DE ACIDENTES EM AMBIENTE MÉDICO-HOSPITALAR210
NORMAS DA SÉRIE NBR IEC 601 PUBLICADAS212

CAPÍTULO 4 METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO

BERÇO AQUECIDO225
INTRODUÇÃO227
O RECÉM-NASCIDO E A PERDA DE CALOR228
BERÇO AQUECIDO234
RISCOS ASSOCIADOS AO USO DO BERÇO AQUECIDO240
CONSIDERAÇÕES SOBRE MANUTENÇÃO241
BIBLIOGRAFIA246

CAPÍTULO 5

DESFIBRILADORES E CARDIOVERSORES247
INTRODUÇÃO249
HISTÓRICO251
DESFIBRILADORES E CARDIOVERSORES251
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO263

CAPÍTULO 6

DIÁLISE RENAL269
INTRODUÇÃO272
EQUIPAMENTOS PARA HEMODIÁLISE280
EQUIPAMENTOS PARA DIÁLISE PERITONEAL288
TRATAMENTO DA ÁGUA292
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO296
DISPOSITIVOS DE INFUSÃO301
INTRODUÇÃO303

CAPÍTULO 8

DOS DISPOSITIVOS DE INFUSÃO304
APLICAÇÕES DOS DISPOSITIVOS DE INFUSÃO304
SISTEMAS DE INFUSÃO306
CLASSIFICAÇÃO DAS BOMBAS DE INFUSÃO320
CONTROLE EM MALHA FECHADA325
ACIDENTES COM BOMBAS DE INFUSÃO326
CONSIDERAÇÕES DE COMPRA/MANUTENÇÃO326
ROTINAS DE TESTE E CALIBRAÇÃO327
BIBLIOGRAFIA330
ELETROCARDIÓGRAFO E MONITOR CARDÍACO331
INTRODUÇÃO3
HISTÓRICO3
FUNCIONAMENTO DO CORAÇÃO335
O ELETROCARDIOGRAMA (ECG)339
DERIVAÇÕES340
APLICAÇÕES CLÍNICAS343
ELETROCARDIÓGRAFO E MONITOR CARDÍACO345
INTERFERÊNCIAS NO SINAL DE ECG357
ASPECTOS DE SEGURANÇA359
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO360
BIBLIOGRAFIA362
EQUIPAMENTOS DE AUXÍLIO AO DIAGNÓSTICO POR ULTRASSOM363
INTRODUÇÃO365
CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE ULTRA-SOM394
BIBLIOGRAFIA398
INCUBADORAS399
INTRODUÇÃO401
HISTÓRICO402
O RECÉM-NASCIDO E A PERDA DE CALOR406
CARACTERÍSTICAS DAS INCUBADORAS412
ASPECTOS DE SEGURANÇA423
PROBLEMAS RELACIONADOS AO USO INDEVIDO DE INCUBADORAS427
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO428
ÁRVORE DE DEFEITOS (TROUBLESHOOTING)429
BIBLIOGRAFIA430

CAPÍTULO 1

INSTALAÇÕES DE GASES431
INTRODUÇÃO434
TIPOS DE GASES435
FORNECIMENTO E DISTRIBUIÇÃO445
VÁCUO456
TUBULAÇÃO E CONECTORES458
VAPOR462
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO469

CAPÍTULO 12

LAVANDERIA HOSPITALAR471
INTRODUÇÃO473
HISTÓRICO474
FUNCIONAMENTO DE LAVANDERIAS HOSPITALARES475
EQUIPAMENTOS DE LAVANDERIAS HOSPITALARES478
INSTALAÇÕES NAS LAVANDERIAS487
LEGISLAÇÃO488
OXÍMETRO DE PULSO491
INTRODUÇÃO493
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO495
NECESSIDADES DE INSTALAÇÃO E TREINAMENTO DE PESSOAL500
PRINCIPAIS PROBLEMAS ENCONTRADOS501
ROTINAS E INSTRUMENTOS DE TESTES E CALIBRAÇÃO503
BIBLIOGRAFIA504

CAPÍTULO 14

SISTEMA DE ANESTESIA505
INTRODUÇÃO507
HISTÓRICO508
FUNDAMENTOS DA ANESTESIA INALATÓRIA511
SISTEMA DE ANESTESIA512
SEGURANÇA E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE ANESTESIA530
BIBLIOGRAFIA544

CAPÍTULO 15

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA545
INTRODUÇÃO547
HISTÓRICO547
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO548
NECESSIDADES ESPECIAIS DE INSTALAÇÃO565
CUIDADOS ESPECIAIS NA OPERAÇÃO568
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO569
BIBLIOGRAFIA575
APÊNDICE576

CAPÍTULO 16

UNIDADES ELETROCIRÚRGICAS581
INTRODUÇÃO583
HISTÓRICO583
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO584
EFEITOS DA CORRENTE NO CORPO HUMANO588
CUIDADOS ESPECIAIS NA OPERAÇÃO599
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO600
UNIDADES RADIOGRÁFICAS605
INTRODUÇÃO607
HISTÓRICO607
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO608
NECESSIDADES ESPECIAIS DE INSTALAÇÃO637
CUIDADOS ESPECIAIS NA OPERAÇÃO640
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO641
BIBLIOGRAFIA650

CAPÍTULO 18

UNIDADES RADIOGRÁFICAS PARA MAMOGRAFIA653
INTRODUÇÃO655
HISTÓRICO655
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO656
NECESSIDADES ESPECIAIS DE INSTALAÇÃO672
CUIDADOS ESPECIAIS NA OPERAÇÃO674
ASPECTOS DE MANUTENÇÃO675
BIBLIOGRAFIA681

CAPÍTULO 19

VENTILADORES PULMONARES683
INTRODUÇÃO685
HISTÓRICO685
ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO687
VENTILADORES693
CARACTERÍSTICAS RELEVANTES DE UM VENTILADOR MECÂNICO712
PATOLOGIAS ASSOCIADAS À VENTILAÇÃO MECÂNICA713
TESTES MÍNIMOS DE SEGURANÇA715
MANUTENÇÃO718

Equipamentos Médico-Hospitalares e o Gerenciamento da Manutenção

Uma das prioridades do Ministério da Saúde, durante o governo do Presidente

Fernando Henrique Cardoso, foi recuperar a rede física de saúde vinculada ao SUS, deteriorada e com alta obsolescência tecnológica, após um longo período de ausência de investimentos significativos.

Realizaram-se gastos na conclusão de obras inacabadas, construção de obras imprescindíveis e reforma e ampliação de estabelecimentos de saúde existentes. A maior parte dos investimentos, entretanto, concentrou-se em equipamentos médicohospitalares, dos mais simples, para atender uma unidade básica de saúde, até os mais sofisticados, para ambulatórios e hospitais de média e alta complexidade.

Somente pelo REFORSUS, o mais importante Projeto de investimentos do Ministério da Saúde, foram contemplados mais de 1.0 hospitais, cerca de 6.0 unidades básicas de saúde que possuem equipes de saúde da família, 198 unidades hemoterápicas e 26 laboratórios de saúde pública.

No entanto, para que o grande volume de investimentos realizado em equipamentos médico-hospitalares não se perca ao longo do tempo, maximize a utilidade dos recursos públicos alocados e não deixe a população sem os seus benefícios, por quebras ou mau funcionamento, é necessário que os gestores beneficiados com esses recursos tenham um programa de manutenção adequado.

Foi com esse espírito e esses objetivos que o Ministério da Saúde, por meio do Projeto REFORSUS, desenvolveu uma alternativa inédita no setor saúde de oferecer um treinamento a distância para os técnicos das unidades que receberam esses equipamentos.

O treinamento a distância foi a estratégia utilizada pelo Projeto para que um maior número de estabelecimentos de saúde do País fosse alcançado, dada à enorme dificuldade que as distâncias geográficas apresentam para um treinamento presencial, além da conveniência de não se retirar os técnicos de seu local de trabalho.

Os participantes deste curso podem ter a certeza de que, assim que praticarem os novos conhecimentos adquiridos, estarão prestando uma grande contribuição ao País e a sua gente, principalmente àquelas que dependem de um sistema de saúde público e gratuito, com qualidade, segurança, resolutividade e, acima de tudo, com um atendimento digno à imensa maioria da população brasileira que dele depende.

Um bom curso a todos!

Gabriel Ferrato dos Santos Secretário de Gestão de Investimentos em Saúde

CAPÍTULO 1

Elaborado por: Prof. Dr. Saide Jorge Calil e Profa. Marilda Solon Teixeira

(Parte 1 de 7)

Comentários