Alzheimer

Alzheimer

ROTEIRO

  • ROTEIRO

  • DEFINIÇÃO

  • FISIOPATOLOGIA

  • ETIOLOGIA, EPIDEMIOLOGIA, FATORES DE RISCO

  • SINTOMATOLOGIA

  • DIAGNÓSTICO

  • TRATAMENTO FARMACOLÓGICO

  • TRATAMENTO FONOAUDIOLÓGICO

  • INTERAÇÃO FARMACOLOGIA X FONOAUDIOLOGIA

Estágio 1 (2 a 4 anos)

  • Estágio 1 (2 a 4 anos)

      • Perda da memória recente
      • Perda da espontaneidade
      • Alterações sutis de personalidade
      • Desorientação quanto ao tempo e data
  • Estágio 2 (Estágio confusional de demência)

      • Cognição e pensamento abstrato comprometidos
      • Desassossego e agitação
      • Perambulação, ”síndrome do pôr-do-sol”
      • Incapacidade de realizar atividades da vida diária
      • Comportamento social inadequado
      • Falta de discernimento, raciocínio abstrato
      • Comportamento repetitivo
      • Apetite voraz

Estágio 3 ou Estágio terminal (1 a 2 anos)

  • Estágio 3 ou Estágio terminal (1 a 2 anos)

      • Emaciação, indiferença a alimento
      • Incapacidade de comunicação
      • Incontinência urinária e fecal
      • Convulsões

Por critério de exclusão de outras doenças

  • Por critério de exclusão de outras doenças

  • Presença de demência estabelecida por exame

  • clínico e neuropsicológico

  • Anamnese

  • Exame físico

  • Avaliação cognitiva

  • Exames complementares:

  • 1- Análises laboratoriais;

  • 2- Tomografia Computadorizada

  • 3- Ressonância magnética Nuclear

  • 4- Biópsia do tecido cerebral

  • 5- Autópsia

  • Espécie de capacete de imersão muito utilizado em

  • videogames;

  • Aparelho consegue aferir a capacidade de memória

  • e o tempo de reação dos pacientes.

  • O programa pode acompanhar as capacidades

  • cognitivas - e seu declínio - ao longo dos anos,

  • durante as visitas normais ao médico

Níveis terapêuticos:

  • Níveis terapêuticos:

TERAPÊUTICA SINTOMÁTICA

  • TERAPÊUTICA SINTOMÁTICA

Terapêutica Sintomática

  • Terapêutica Sintomática

Terapêutica Profilática

  • Terapêutica Profilática

Terapêutica Profilática

  • Terapêutica Profilática

Terapêutica Específica

  • Terapêutica Específica

Terapêutica Específica

  • Terapêutica Específica

Terapêutica Específica

  • Terapêutica Específica

TERAPÊUTICA ESPECÍFICA

  • TERAPÊUTICA ESPECÍFICA

Terapêutica Específica

  • Terapêutica Específica

Terapia Complementar

  • Terapia Complementar

  • Visa intervenção farmacológica secundária; tratamento de sintomas psicóticos, comportamentos inapropriados e depressão.

  • No tratamento usa-se pequenas dose do fármaco, observação do paciente, ajuste devagar da dose, registrar cuidadosamente os efeitos e tentar reduzir a medicação.

PODE SER DIVIDA EM 3 ETAPAS:

  • PODE SER DIVIDA EM 3 ETAPAS:

  • • FASE INICIAL

  • • FASE INTERMEDIÁRIA

  • • FASE FINAL

FASE INICIAL- INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA

  • FASE INICIAL- INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA

    • A Recuperação das informações através de pistas.
    • As compensações através da memória PROCEDIMENTAL E IMPLÍCITA.
    • Estimulação ao aprendizado, a satisfação, o interesse, a alegria
    • Estimulação das funções executivas de maneira graduada, como: estudar, ler, fazer, resumos, recordar materiais já estudados.

FASE INTERMEDIARIA - QUANTO A LINGUAGEM:

  • FASE INTERMEDIARIA - QUANTO A LINGUAGEM:

    • Instala-se o quadro AFÁSICO-AGNÓSICO-APRÄXICO;
    • A fala pode apresentar-se mais lenta → BRADILALIAS
    • AGRAFIA é freqüente;
    • Substituições de palavras → PARAFASIAS
    • Dificuldade em compreender sentenças complexas
    • Não faz cálculos simples
    • Perda do poder perceptivo-sensorial (auditivo, visual, tátil)

ORIENTAÇÃO

  • ORIENTAÇÃO

    • A Manutenção da normalidade
    • Preservação da comunicação
    • Não testar o paciente, Evitar Confrontos
    • Estabelecer rotinas
    • Oferecer pistas de orientação têmporo-espacial
    • Promover segurança;
    • Quanto a alimentação: - O paciente pode esquecer que já se alimentou; - Pode não recordar de como utilizar os talheres; - Os sinais de DISFAGIA são freqüentes exigindo avaliação do profissional fonoaudiólogo para investigação da causa ;

FASE FINAL

  • FASE FINAL

    • Manutenção da dignidade;
    • Fornecer um ambiente seguro;
    • Manutenção do quadro clínico, evitando complicações respiratórias e agravamentos;

IMPORTÂNCIA DA INTERAÇÃO ENTRE OS PROFISSIONAIS.

  • IMPORTÂNCIA DA INTERAÇÃO ENTRE OS PROFISSIONAIS.

  • AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE.

Protocolo clínico e Diretrizes Terapêuticas: http://www.opas.org.br/medicamentos/docs/pcdt/do_d09_01.pdf

  • Protocolo clínico e Diretrizes Terapêuticas: http://www.opas.org.br/medicamentos/docs/pcdt/do_d09_01.pdf

  • Portal Ciência e Vida: http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESPS/Edicoes/38/imprime128076.asp

  • Inovação tecnológica: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=aparelho-de-realidade-virtual-faz-diagnostico-do-mal-de-alzheimer

  • MAL DE ALZHEIMER: UMA VISÃO FISIOTERAPÊUTICA: http://www.nead.unama.br/site/bibdigital/pdf/artigos_revistas/114.pdf

  • DOENÇA DE ALZHEIMER - Perfil Neuropsicológico e Tratamento: http://www.psicologia.com.pt

  • SMALL, S.A.; MAYEUX,R. Tratado de Neurologia 10ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002

  • SILVA, P. Farmacologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006

  • NITRINE, R.; BACHESCHI, L. A. A Neurologia que Todo Médico deve Saber. 2ª ed. São Paulo: Ateneu, 2003

  • http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol32/n3/137.html

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